Mistral Gagnant

Mondo Mistral: este foi o Natal do…

Publicado por: monmistral em: 28/12/2009

…pôquer em família. Teve parente que foi obrigado a jogar de regatas para não ter onde esconder cartas. E ainda assim roubou-se mais na mesa de jogo do que no Congresso Nacional!

…biquininho selvagem. Por conta de um erro na hora de embrulhar os presentes da irmã médica, acabei com o dito microquíni com estampa de oncinhas, que só iria caber em mim se eu nascesse de novo - e minha irmã magrela, com um maiô de pin-up duas vezes maior que ela. Destrocamos os pacotes, claro, mas não deu para perder a piada.

…”Crepúsculo”, com três gerações de mulheres da família diante da telinha. Até as avós se derreteram pelo Robert Pattinson. (se me perguntarem, eu sou do time do lobisomem. Nunca li os livros, mas um vampiro que brilha ao sol não é muito minha praia).

…especial do “Doctor Who” baixado às pressas. Saudades de Norwich. Que novidade.

mince pie feito em casa sem a gordura hidrogenada, doces com sucralose e menos vinho do que de costume. A dieta podia esperar até dia 4 de janeiro, mas por que não dar uma força?

…especial do Roberto Carlos que ninguém viu em casa – um fato inédito!

***

O Réveillion, pelo visto, promete tanta zona quanto. Vejamos como será. :)

Teoricamente, Natal.

Publicado por: monmistral em: 21/12/2009

Deu para perceber que foi um mês corrido, não?  Dia 21 agora e eu escrevendo como se já fosse dia 25. Fazer o que? É o espírito corrido. E foi a única hora do dia que deu tempo de pensar no assunto.

Entre mortos famosos e feridos queridos (uma amiga distendeu o tendão do pé e está de andador; outro amigo não viu o poste atravessando a rua, mas sobreviveram – ele e o poste – com arranhões diversos), estamos aí, fechando as agendas de 2009. Todo mundo mais ou menos inteiro, pelo menos até aqui. Foi um ano tenso, mas divertido. Já dizia (eu acho) Virgílio – um dia olharemos para o que nos aconteceu com alegria.

E eu já tenho coisa para fazer até, pelo menos, fevereiro de 2010. Vocês não queiram ver o estado da minha novíssima agenda, já empilhada na mesa do escritório! Dá até para ficar com medo – o futuro impresso e esperando.

Está nevando na Inglaterra e chovendo à cântaros por aqui (a água está dando trégua enquanto escrevo, mas vá saber…). E eu tentando aplacar a saudade de lá com receitas feitas por aqui. Minha casa – com árvore de Natal e presentes e restos de laço de fita e papel de presente para todos os lados – parece uma confeitaria em escala micro. 2009, entre outras coisas, foi o ano em que eu descobri que sabia fazer doces.

Vamos nessa, que o futuro nos espera. Feliz Natal adiantado pra vocês aí!

Habemus árvore!

Publicado por: monmistral em: 29/11/2009

É verde e  bem grande (bom, 1,80m é grande o suficiente para mim), cheia de luzinhas, lanternas japonesas, meias tricotadas especialmente para a ocasião (com restos de lã de todos os outros projetos feitos durante o ano) e enfeites vindos duns lugares muito estranhos.

Não é só uma árvore de Natal – mais parece um resumo da minha vida…!

Considerações sobre um inglês em SP

Publicado por: monmistral em: 16/11/2009

  1. Decididamente, S. Paulo não está preparada para receber estrangeiros. Ponto. Pessoal de turismo: aprendam e treinem idiomas. Nós, os amigos-de-gringos exaustos de tanto traduzir, agradecemos encantados.
  2. Isso posto, surpreendi-me com os garçons da churrascaria onde levamos o inglês para jantar. O lugar não é ponto turístico nem de longe, mas quase todos sabiam oferecer os pratos em inglês correto. Atitude a ser incentivada.
  3. Creio que devolveremos à terra de dona Elizabeth II um homem viciado em guaraná, catupiri e polenta.  Encantadíssmo também com brigadeiro e torta holandesa. E com o rodízio de churrasco. E com pizza de “four cheeses”.
  4. “Dirigir táxi por aqui é punição para prisioneiros”  foi o comentário mais apurado sobre o trânsito de SP que eu já ouvi.
  5. Converti o visitante ao Corinthianismo: ele comprou uma camisa do alvinegro da ZL (com o número do Ronaldo, who else?) de lembrança.

De resto, ele volta para casa levando um pouco de São Paulo e deixando aqui uma saudade tremenda, cheia de risadas e olhares novos para coisas que eu achava que já conhecia.

Perdendo o zeitgeist

Publicado por: monmistral em: 11/11/2009

Meio país falando onde estava durante o Super Apagão de ontem.

E eu? Dormindo em casa. Só fui saber o que aconteceu hoje de manhã…

Da série: sarnas que arranjo para me coçar

Publicado por: monmistral em: 30/10/2009

Não podia ter momento menos propício para aceitar participar de uma brincadeira destas, mas que se dane: a partir de 1o. de novembro, faço parte da massa de autores que vão tentar escrever um romance de 50 mil palavras em um mês.

(link específico do livro quando começar a competição). 

Que as musas não deixem que as ideias me sumam da memória. E que as farmácias que frequento tenham amplo estoque de Dorflex para minhas tendinites!

Mondo Mistral: ora, Klimt!

Publicado por: monmistral em: 27/10/2009

Tem esse programa no meu computador do trabalho que mostra uma obra de arte por dia. E hoje calhou de aparecer um dos meus quadros preferidos: O Beijo, de Gustav Klimt.

Digam-me vocês: tem maneira melhor de começar o dia?

Coisas que aprendi nos últimos três dias

Publicado por: monmistral em: 22/10/2009

Que é possível ter bolhas em cima de bolhas – em cima das bolhas anteriores.

Que é possível encontrar gente mais viciada em café do que eu.

Que é possível cruzar a Av. Paulista a pé, quase de ponta a ponta, em meia hora às seis da tarde, desde que você tenha um curso importantíssimo às seis e meia lá na estação Vergueiro.

Que é possível fazer quatrocentas coisas ao mesmo tempo – com bolhas em cima das bolhas que já estavam em cima de outras bolhas – e ainda ser feliz.

Confidencial

Publicado por: monmistral em: 21/10/2009

おかげさまです、仕事を持ちますよ!

(não me peçam para traduzir agora. São boas novas e é tudo que digo no momento).

Um certo planejamento natalino (por falar nisso)

Publicado por: monmistral em: 14/10/2009

Não adianta – é minha época preferida do ano. Desisto de lutar contra a corrente. E já estou com a fita métrica em punho procurando o lugar perfeito para colocar uma árvore de Natal neste apartamento.

Nos últimos dois anos, tive árvores-bonsai: orgulhosos trinta centímetros (ou menos) num canto da bancada da cozinha ou na estante da sala. Neste ano, espero investir numa árvore minimamente decente.

E o que considero decente? Primeiro, apesar de ser de plástico, tem que ter cara de árvore, não de conjunto de escovas de lavar garrafa. Tem que ter porte, uma certa classe e não pode desmontar com peso de enfeites.

Segundo, tem que ser verde. Nada desses modismos de árvore preta ou prateada (ou pink, como vi em Norwich), nem com imitação de neve nos galhos. Verde. E ponto final.

Terceiro item, nem alta demais (algo que demande uma escada Magirus para colocar os enfeites – tipo a árvore de Natal da casa dos meus pais), nem pequena demais (que demande uma lupa para os convidados verem os enfeites).

Quarto e último item: não pode ser muito cara. Tem que durar alguns feriados,  mas não pode me comprometer o orçamento agora, senão o “ho ho ho” vira um “o quê?!” na hora de pagar o cartão de crédito…

Que comecem as buscas!

…Anteriormente por aqui…

Mistral Mini (em testes)

  • Não esqueça o bote inflável... "@talckmin: Verão em São Paulo: botas e galochas." 16 hours ago
  • Como diria um amigo meu, está chovendo cães, gatos e discos da Rita Lee por aqui. Sem chance de sair com o carrinho (que não boia, afinal!). 1 day ago
  • Non Ducor Duco - isso não é uma divisa, é uma missão. Feliz Aniversário, Sampa City :) 2 days ago
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